quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

Marta, Sarney e a "presidenta"

Entre as figuras políticas brasileiras, se eu tivesse que fazer um ranking pessoal de admiração, Marta Suplicy ficaria em uma das últimas posições. E olha que a maioria dos políticos estaria em tal patamar.
É claro que a minha opinião não representa absolutamente nada para a senhora senadora. Mas, como a internet é um espaço ainda democrático, apenas registro aqui esta opinião que, na verdade, traz um protesto contra uma classe política prepotente e arrogante que, a meu ver, é representada pela senhora Marta.
Minha antipatia por esta política também se deve ao viés ideológico, anticristão, que ela defende, como bem demonstra a primeira providência que ela tomou ao chegar no senado (ver aqui).
De fato, isso nunca foi segredo, mas não vou, agora, me aprofundar sobre a inconstitucionalidade e, mais do que isso, sobre o absurdo que é esse projeto de lei que já estava sepultado até a chegada da ilustre parlamentar.
Lembro-me também de quando a Sra. Marta desdenhou publicamente dos milhares de brasileiros que sofriam com o caos aéreo dizendo a infeliz expressão: "Relaxa e goza".
Contudo, o que mais me motivou a escrever este post foi uma notícia pitoresca: o Sr. José Sarney, que também está nas últimas posições de meu ranking, deu uma “chulapada” na arrogância da Sra. Marta, quando esta interrompeu seu discurso no senado para corrigi-lo, quando usou a expressão presidente ao se referir à Sra. Dilma.
Também não gosto do Sarney como político, mas, no episódio noticiado, e apenas neste episódio, senti-me por ele representado e gostei de sua resposta à arrogante e prepotente senadora que quer defender sua “companheira” até nas vírgulas dos discursos.
Bom, como não espero nada de proveitoso em termos legislativos da ilustre senadora, tomara que em seus longos oito anos no senado, seu tempo seja dedicado apenas em fiscalizar se seus pares estão chamando a Sra. Dilma de presidenta, se é que essa palavra realmente existe...

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